LIVRO A VIDA NO PLANETA MARTE RAMATIS PDF

Vive l uma humanidade mais evoluda do que a terrestre , embora guardando certa semelhana fsica. Marte um grau sideral vossa vanguarda e , tambm, a vossa futura realidade espiritual; porm, tal ascenso no se processa aos saltos nem sob regime de cruel constrangimento ou de privilgios inadmissveis no curso que a Lei Suprema estatuiu para a Inmeros planetas em que a brisa melodia celestial e os seres vivos se ass emelham a focos de luz policrmica, em que a humanidade um todo sinfnico de luz, perfume e so ns, constituem, todos, vossas futuras moradas. E assim viro a ser a Terra, Marte e Me rcrio; pois na sua eterna pulsao de vida e ansiedade, a cadeia de orbes que se prendem ao invi svel colar csmico, forma a alta e imensurvel escada de Jac que o homem ter de subir para alcanar a Verdade espiritual que lhe facultar a conquista da felicidade celestial absoluta. Jesus traou o roteiro definitivo para vos libertardes das reencarnaes expia trias; porm, infelizmente, ainda preferis a ganga inferior em vez da "tnica nupcial" a en volver vossa alma criada para a Luz e para o Bem em todos os recantos do Universo. Eles demonstram usufruir a paz de uma vida serena e equilibrada no campo emotivo, muito contribuindo para esse amb iente as instituies sbias que os dirigem, orientadas por espritos de profunda compreenso e eqidade.

Author:Gagore Majar
Country:Bermuda
Language:English (Spanish)
Genre:Medical
Published (Last):13 February 2013
Pages:299
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ISBN:865-7-49199-348-2
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Pondo em vossas mos esta obra, A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores, de Ramats, devo esclarecer-vos quanto natureza do assunto porque, a muitos, parecer estranho e a outros, talvez, fantasioso.

No entanto, para aqueles que j conhecem os fenmenos medinicos, no lhes causar espanto que a criatura do mundo fsico possa ser um canal ou antena viva apta a receber os pensamentos dos que j partiram deste mundo. Alis, o aspecto inslito do caso consiste, apenas, em que uma das entidades se encontra fora do plano dos chamados vivos; pois o fenmeno, em sua realidade abstrata, nada mais do que o da transmisso de pensamento, j exaustivamente comprovado, e que classificado sob o nome de telepatia.

E, visto que eu figuro nesta obra com a funo de mdium, ou seja, como intermedirio entre o Alm e a Terra, decerto so oportunos os esclarecimentos que passo a expor: Quando eu atingi a idade de trs anos, deu-se comigo um fato excepcional que, muitas vezes, fora considerado por minha progenitora. Certa manh, na cozinha de nossa residncia, em Curitiba, surgiu em minha frente a figura majestosa de uma entidade que, agora, posso determinar ser um esprito que se apresentava recortado no meio de intensa massa de luz refulgente, cuja aura, de um amarelo-claro, puro, com nuan- 11 as douradas, era circundada por uma franja de filigranas em azul-celeste, levemente tonalizada em carmesim.

Seu traje, um tanto extico, compunha-se de ampla capa descida at os ps e que lhe cobria a tnica de mangas, ajustada por um largo cinto esmeraldino. As calas eram apertadas nos tornozelos, como usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste era de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lrio translcido; e os sapatos, de cetim azul-esverdeado, eram amarrados por cordes dourados que se enlaavam atrs, acima do calcanhar, moda dos antigos gregos firmarem suas sandlias.

Cobria-lhe a cabea um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordes finos, de diversas cores, cados sobre os ombros. Fugazmente, pude entrever-lhe as mechas de cabelos, pretos como azeviche.

Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos de fina ourivesaria, da qual pendia um tringulo de suave lils luminoso, que emoldurava uma delicada cruz alabastrina. Tal indumentria no denunciava uma expresso definida, mas sugeria algo de inicitico: um misto de trajes orientais. Depois, vim a saber que se tratava de um vesturio indo-chins, mas um tanto raro porque era um modelo sacerdotal, antigo, muito usado nos santurios da desaparecida Atlntida.

Deslumbrado pela intensa aura de luz que invadia todo o aposento, eu, apontando a magnificente personagem, dizia minha me, surpresa, que estava ali o Papai do Cu. Naturalmente, como criana tenra, cujo esprito ainda se encontrava liberto das contingncias opressivas da matria, eu certificava com os olhos do esprito aquilo que minha me no conseguia ver com a viso fsica.

A fisionomia insinuante da entidade retinha minha ateno. Seus olhos aveludados, castanho-escuros, iluminados de ternura, dominavam-me com seu brilho que traduzia bondade e vontade poderosa. O esprito fitou-me amorosamente e, na profundeza do seu olhar impressionante, senti-lhe o afeto e quase a lembrana de um passado longnquo, que me segredava conhec-lo na intimidade da alma. E quando, em anglico aprumo, ele fez meno de afastar-se, percebi-lhe, dos lbulos centrais da fronte, dois sulcos luminosos, que fulguravam para o Alto.

Em seguida, 12 Ramats esfumou-se rapidamente, deixando-me na retina espiritual a sua imagem gravada para sempre. Esse foi o meu primeiro contato com Ramats. E, atravs do fenmeno da audio mental, pressentialhe a voz no silncio e na intimidade da minha alma, como a lembrar-me de certo compromisso de trabalho em relao a um objetivo ideal.

Nesse aquietamento de esprito, imagens e fragmentos de paisagens egpcias, chinesas, hindus, gregas e outras, desfilavam na minha mente como um filme cinematogrfico, causando-me emoes to cheias de encantamento que, ao despertar, eu tinha os olhos em lgrimas; e, no recesso da minha alma, sentia-me, efetivamente, ligado a uma promessa de ordem sacrificial, desinteressada e realizvel, embora entre as opinies mais contraditrias.

Da a minha atual despreocupao quanto crtica favorvel ou contrria aos comunicados que recebo de Ramats, certo de que s o decorrer do tempo comprovar as realidades do que ele tem enunciado por meu intermdio. Nessa poca, eu tentava o desenvolvimento medinico, pois o excesso de fluidos, que vibravam em mim, transformouse num fenmeno de opresso e ansiedade, que me levou aos consultrios mdicos, ingressando, ento, na terapia de sedativos e tratamentos de neurose e de sangue, sem que, no entanto, conseguissem identificar a verdadeira causa do meu estado, o qual era todo de ordem psquica.

Felizmente, um amigo sugeriu-me que eu devia desenvolver-me num centro espiritista. Aceitei a sugesto e, efetivamente, em menos de trinta dias, recuperei minha sade, quanto a esse estado aflitivo e anormal de perturbaes emocionais. Devotei-me, ento, a uma leitura intensa do setor espiritualista. Todavia, no consegui livrar-me da complexa confuso anmica, que a via-crucis da maioria dos mdiuns em aprendizado. No meu deslumbramento de A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores 13 nefito, alvorocei-me no anseio de obter ou desenvolver, o mais depressa possvel, a mediunidade sonamblica, pois ainda ignorava que as faculdades psquicas exigem exaustivo esforo ascensional e que a disciplina, o estudo, a pacincia e o critrio cristo so os alicerces fundamentais do bom xito.

Alm disso, a dor, com todos os seus recursos impiedosos, assaltou-me por largo tempo; doente, fui submetido a quatro operaes cirrgicas; sofrimentos morais, aumentados ainda por prejuzos econmicos, fecharam-me naquela situao acerba em que a alma se v forada a olhar as profundidades de si mesma em busca de um mundo extraterreno, liberto das ansiedades mesquinhas e de carter transitrio.

Ento, no silncio das noites insones, meditando profundamente, consegui encouraar-me daquela resignao intrpida que decide o homem a aceitar todos os espinhos, desde que seja a servio do Divino Mestre. E minha alma ouviu o cntico sublime daquele amor que nos leva a compreender que somos uma unidade cooperadora do equilbrio do Universo Moral, servindo a Deus e ao prximo.

Aps ter imposto esse traado a mim mesmo, um dia, escutei a voz amiga e confortadora de Ramats para guiar-me. E, ento, a minha mediunidade comeou a florescer como a flor cuja raiz encontrou um solo rico de energias vivificantes. Embora escrevendo sob o imprio da minha vontade, era intenso o jorro de pensamentos que ligavam, que explicavam e coordenavam o assunto em foco, avanando alm da minha capacidade datilogrfica. Deslumbramentos sbitos, motivos csmicos se delineavam inesperadamente, e eu quase perdia o contato com o mundo de formas.

Houve momentos em que julguei ouvir o cicio da irrigao da seiva no cerne da rvore e nas vergnteas e ramos da roseira. As configuraes limitadas das 14 Ramats coisas materiais esfumavam-se na minha mente, e eu me sentia integrado no todo csmico. Ento, fui tomado pela euforia de querer transmitir a todos essa sensao transbordante de jbilo espiritual. Puro engano. Diante de olhares espantados e de crticas superficiais, sofri grandes decepes, que me fecharam num mutismo constrangido. Alguns confrades no escondiam o temor de minhas palavras; outros citavam o exotismo das minhas divulgaes.

Tempos depois, acomodei-me, por ser to impossvel fazer-me entender quanto a um cego de nascena fazer comprender os esplendores cromticos da aurora boreal. Contudo, apesar desse ambiente de dvidas, decepes e incompreenso, minha acuidade receptiva foi-se apurando at que, finalmente, foi possvel colocar-me em plena afinidade com Ramats, aquela figura resplandecente que eu vira na infncia, podendo, agora, receber seus comunicados sobre assuntos e problemas substanciais como os desta obra.

Alis, Ramats sempre nos ps vontade quanto s perguntas que entendssemos de formular, pois esta obra visa a ser lida por pessoas de todos os matizes psicolgicos. Da a diversidade das questes propostas, algumas abordadas mais de uma vez, tendo em vista a oportunidade e convenincia de serem ventilados os diversos assuntos que se relacionassem com a nossa vida na Terra.

Alm disso, muitos leitores, considerando-lhe os aspectos morais, alcanaro identificar as causas de seus prprios deslizes, prejuzos e desregramentos, enquanto, na intimidade de sua alma, uma voz silenciosa lhes dir que o remdio para todos esses males o Evangelho de Jesus. Todas as concluses desta obra so subordinadas a uma soluo evanglica. O terceiro milnio, como afirma Ramats, ser o do Mentalismo Crstico; pois o convite espiritual que, at hoje, feito ao homem, tem sido condicionado a superfcies destinadas a impressionar exclusivamente aos A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores 15 olhos, confinando a luz das verdades evanglicas s cerimnias religiosas e ao sectarismo de pregadores sentenciosos.

Eis, pois, mais um dos objetivos superiores a que atende este livro em que Ramats, com a sua experincia milenria, discorre sobre uma humanidade superior, embora ainda num mundo material; mas que, entretanto, nos faz conhecer a maior parte das nossas insnias mentais e a urgente necessidade de extingui-las mediante a teraputica santificante do Evangelho interpretado em Esprito e Verdade. Os que sentirem e escutarem, atravs de sua leitura, o misterioso chamado do Amigo Divino, esses ho de descobrir e sentir a superioridade da humanidade marciana.

O modo de vida em Marte exemplo urgente de imitao. Os que compulsarem esta obra no devem apegar-se, exclusivamente, aos aspectos superficiais de suas impressionantes revelaes; pois, se no considerarem, de preferncia, o contedo moral e espiritual da sua substncia, que, ento, preferem ser despertados, mais tarde, pelos reagentes compulsrios da Lei Divina, a qual impe limitao quele livrearbtrio que gera a indiferena e o desinteresse pelo convite do Pai.

Se nunca tarde, j tempo de iniciarem, objetivamente, a jornada de sua prpria redeno. E, se na mente do intrpido sonhador ou visionrio, no se apagava a luz da miragem que o incendiava, foi porque, conforme ele deixou anotado na obra que escreveu sob o ttulo Libro de las Profecias referindo-se existncia de outro continente , sentia uma fora ou intuio viva que o levou a desabafar assim: Quem duvida que esta inspirao no me foi dada pelo Esprito Santo que, com seus raios de luz maravilhosa, me vinha avivando e ordenando que eu prosseguisse e, ainda sem 16 Ramats cessar um momento, continua a inspirar-me com entusiasmo, consolando-me com a leitura da Sagrada Escritura, nos livros do Velho e do Novo Testamento, com as epstolas dos bemaventurados apstolos?

Assim, guardada a distncia que possam atribuir a esta obra sobre a vida no planeta Marte, como de valor secundrio, ela no escaparia lei regente da evoluo social. E por isso, como todas as do mesmo teor, foi tambm inspirada e concretizada mediante a articulao dos dois planos, o plano invisvel e o nosso, tendo sido o signatrio destes esclarecimentos apenas um veculo ou instrumento humano para d-la a conhecer ao nosso mundo.

Em trabalho ntimo, Ramats j nos assinalou vrios de seus antigos discpulos, reencarnados no Brasil, os quais, efetivamente, esto cooperando com entusiasmo nas tarefas daqueles que o conheceram na Indochina, na ndia, no Egito ou na Grcia; e os mais afins viveram com ele na Atlntida e Lemria.

No temos autorizao para maiores informaes a seu respeito, mesmo porque ele as considera inoportunas. Em reunies privativas, temos sabido que Ramats vem operando, do plano astral, h muito tempo; pois, conhecendo o trabalho A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores 17 sideral da humanidade terrena, ele se esfora para cooperar na sua evoluo.

O tringulo com uma cruz que lhe pende sobre o peito a sua insgnia de integrante da Fraternidade da Cruz e do Tringulo, ordem desconhecida para ns. Por vezes, menciona os inmeros iniciados que passaram pelo nosso mundo pregando a Verdade em todas as latitudes do nosso orbe e acentua que Jesus de Nazar foi o mais fiel intrprete da Mente Divina.

Que Jesus nos abenoe e que este livro ingresse em todos os lares brasileiros, a fim de acordar nos coraes aquele mesmo hino que, ao nascer no mundo o Salvador, fez que os anjos descessem para entoar a mensagem do Amor Universal, Glria a Deus nas Alturas, paz na Terra aos homens de boa Vontade!

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A Vida no Planeta Marte – 1955 – Ramatís

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ALEKSANDRA POTER ZBOGOM NIJE KRAJ PDF

A Vida No Planeta Marte - Ramatis

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